Joint Venture Eaton e Cummins para iniciar a produção de caixas automatizadas para ônibus e caminhões no Brasil

2021-12-15 02:32:48 By : Mr. Xiutao Niu

Postado em: 22 de abril de 2017

Inicialmente, nova geração de produtos será importada

Cummins e Eaton formaram uma joint venture mundial e começaram a produzir uma nova geração de transmissões automatizadas para ônibus e caminhões pesados ​​e médios.

É a Eaton Cummins Automated Transmission Technologies. A Eaton receberá $ 600 milhões da Cummins por uma participação de 50% na joint venture.

Após o lançamento do produto, em 2018 os componentes deverão ser importados, mas os responsáveis ​​pela parceria afirmam que a intenção é produzi-los no Brasil. O estado escolhido deve ser São Paulo.

As duas empresas afirmam estar vendo uma desaceleração do mercado de ônibus e caminhões em todo o país por conta da crise econômica e das restrições tributárias e financeiras, mas acreditam na recuperação, pelo menos em parte, do que foi perdido.

A joint venture também aposta no crescimento da frota de ônibus e caminhões com caixas automatizadas que, segundo as empresas, proporcionam economia de combustível e, mudando marchas mais suaves e no momento adequado, podem aumentar a durabilidade das peças.

A Cummins Brasil possui uma unidade em Guarulhos, na Grande São Paulo, e a Eaton, as seguintes operações:

Entre as unidades da Eaton no Brasil está a fábrica de Caxias do Sul (RS), que iniciou suas operações em 2005 com a aquisição da Pigozzi SA e a integração da Unidade de Negócios Agropecuários (TCA) da Eaton Valinhos. Com 40 mil metros quadrados construídos, a fábrica produz transmissões e componentes agrícolas para tratores, colheitadeiras e pulverizadores. Seu objetivo é oferecer produtos que contribuam para a evolução da mecanização do campo com tecnologias capazes de aumentar a capacidade produtiva da agricultura brasileira.

A Divisão de Filtração combina engenharia, fabricação, vendas e suporte técnico de serviços a fim de fornecer aos nossos clientes soluções de filtração industrial, com uma linha completa de bolsas de filtro, filtros de cartucho, filtros, filtros hidráulicos e lubrificantes, separadores de gás líquido e equipamentos para gerenciamento de fluidos , alimentos e bebidas especiais e produtos farmacêuticos.

A unidade de Guaratinguetá fabrica uma linha de mangueiras para aplicações hidráulicas, conjuntos montados para aplicações em ar condicionado, direção hidráulica automotiva, além de mangueiras termoplásticas para aplicações petroquímicas e químicas. Todas as peças produzidas são produtos com qualidade garantida, já que a Eaton possui marcas renomadas como Aeroquip, Winner, SELL e Synflex.

A unidade de Jundiaí abriga duas unidades de negócios: Divisão de Sistemas Elétricos e Serviços. A Divisão de Sistemas Elétricos da Eaton oferece uma ampla variedade de componentes elétricos e painéis. Em termos de componentes, fornece equipamentos de manobra e proteção de sistemas elétricos como disjuntores, fusíveis e contatores de baixa e média tensão, além de equipamentos de sinalização, comando e automação. Fabrica, projeta e vende painéis elétricos de baixa e média tensão, desde painéis de manobra e distribuição, centros de controle de motores até Sistemas Integrados (Eletrocentros). A divisão de serviços atua na área de instalação, comissionamento, operação assistida, assistência técnica, retrofitting (renovação de disjuntores) e estudos elétricos.

Atuando nos principais segmentos industriais como Óleo e Gás, Mineração, Infraestrutura, Energias Renováveis, Data Center, Missão Crítica e Concessionárias de Energia, oferece um portfólio completo de produtos diretamente aos usuários finais e por meio de distribuidores, revendedores de material elétrico, fabricantes de máquinas e painel montadores

Considerada uma das mais modernas usinas de transmissão do mundo, a fábrica da Eaton em Mogi Mirim, inaugurada em 2000, hoje conta com cerca de 650 funcionários.

A fábrica ocupa uma área de 200 mil metros quadrados dividida em duas unidades de negócios: Componentes para Automóveis e Componentes para Caminhões Médios e Ônibus.

Os produtos fabricados na fábrica de Mogi Mirim estão presentes nos veículos das principais montadoras, entre elas GM e Mercedes-Benz.

São José dos Campos - SP

Em 1957, foi fundada em São José dos Campos, interior de São Paulo, com o compromisso de acompanhar o crescimento da indústria automotiva local, transferindo tecnologia e competência reconhecidas mundialmente.

A unidade produz e comercializa toda a linha de válvulas de admissão e escapamento para a indústria automotiva brasileira, americana e europeia. Na América Latina, representa toda a linha de produtos da Divisão Automotiva do Grupo, fazendo parte deste portfólio: Atuadores Espelhos Elétricos (Atuadores Espelhos), Válvulas Rollover, Sensores e toda a linha de diferenciais (Produtos Torque Control).

A Eaton está presente nos veículos das principais montadoras e fornecedores de sistemas.

A Divisão Transmissões da Eaton iniciou suas atividades nesta planta em 1996, com a aquisição da empresa Equipamentos Clark Ltda. (no Brasil desde 1959), e a consolidação com a transferência da fábrica da Eaton em Santo André (no Brasil desde 1960).

A unidade de Valinhos fabrica transmissões mecânicas para veículos de passeio, picapes, caminhões leves, médios e pesados, peças de reposição para transmissões mecânicas e comercializa outros produtos como óleo para caixa de câmbio, correias automotivas para caminhões, ônibus e picapes, pneus e produtos para pneus e Serviços

A divisão Crouse-Hinds é líder mundial na fabricação de materiais elétricos para áreas classificadas e industriais, com presença nos cinco continentes e mais de 100.000 itens produzidos. Seu início no Brasil remonta à década de 1940, quando foram construídas as primeiras refinarias de petróleo no país, e em algumas delas os produtos originalmente fornecidos ainda funcionam até os dias de hoje. Na unidade Votorantim, fabricamos produtos da linha BLINDA e comercializamos produtos das linhas CEAG, MEDC, CAPRI e Crouse-Hinds, de nossas outras fábricas ao redor do mundo. Atuamos nos mercados de Óleo e Gás, Etanol, Mineração, Açúcar e Etanol, Farmacêutico, Papel e Celulose, Tintas e Vernizes e Grãos, onde se encontram atmosferas explosivas de gases combustíveis ou poeiras.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Você já pensou nessa marcha em um motor CUMMINS ??

Aqui está uma excelente parceria, mas entendo que também devam investir na * RETARDER.

Atualmente, as maiores montadoras do Brasil com tecnologia de ponta já possuem um sistema de freio auxiliar hidrodinâmico (alguns modelos podem ser eletromagnéticos) denominado * RETARDER, acionado por meio de uma pequena alavanca no volante com três ou mais estágios, com A Voith sendo uma das fabricantes mundiais desses equipamentos fornece-os no Brasil, e a maioria dos fabricantes de motores diesel, como Volvo, Scania, Mercedes, MAN, Iveco, Cummins já os tem na linha de montagem.

Esse sistema é uma tecnologia e segurança já consagrada e comprovada mundialmente, além de evitar o superaquecimento dos freios e rolamentos das rodas em descidas longas, e reduzir seu desgaste prematuro.

Gostaria de informar que concordo com a opinião de que liberar a faixa da esquerda da Via Anchieta para ônibus entre 18h e 20h é uma alternativa paliativa e certamente não é a melhor solução.

Esses veículos, regulamentados pela ARTESP por meio de um código de barras semelhante aos usados ​​na passagem do pedágio, teriam treinado motoristas experientes que conhecem o trecho sinalizado que percorrem.

Além disso, se a solução para a mobilidade é investir no transporte público, não é racional descer a Via dos Imigrantes apenas para carros.

Por fim, a utilização dos túneis de descida Imigrantes pelos ônibus em uma primeira fase reduziria o risco de acidentes e aliviaria consideravelmente o congestionamento crônico na Via Anchieta.

Você fez dois pontos muito importantes.

1) Desde criança eu achava difícil acreditar que o sistema de freio do bruto esquenta se usado continuamente em uma descida íngreme como o Anchieta, felizmente eles inventaram o Retarder, na minha opinião, um cavalo obrigatório para brutos, eu não não sei se não é.

Similar é que também não acredito que o hidrovácuo dos automóveis de passageiros ainda ocorra e se o cartão desligar por algum motivo, ficamos quase sem freios e uma das posições do ar condicionado que é acionado, provoca sono nos ocupantes, incluindo o motorista.

Já fui vítima deste ar condicionado (apesar de odiar ar condicionado), quem duvida leu o manual do carro, já li e ainda não acredito que esta posição do ar seja permitida, porque me dá sono. acredite porque quase dormi de pura ignorância e ignorância.

2) Quanto ao uso de Imigrantes pelos bozos e pelos rebeldes, isso deveria ser permitido desde a inauguração da Imigrantes.

Esse é um dos absurdos do Brasil, fazer o barulho e os brutos descerem até Anchieta, sem contar que esse movimento dos brutos se deve à exportação e importação de produtos, ligando boa parte do Brasil ao Porto de Santos .

Mas as mentes jurássicas não deixam e apenas preenchem o próprio umbigo, ops "seu próprio bolso".

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